Os Patetas e a Tecnologia
A tecnologia tornou-se uma necessidade e em muitos projetos um grande sonho.
Cinco patetas foram convidados ou “obrigados” a navegar em uma aventura tecnológica, aula informatizada. Formadores de opinião, mediadores do conhecimento, sabem da necessidade do ingresso no mundo virtual.
Adlin – Diante dos teclados e da tela, começa a navegar.
Otlada – Observa com cautela Adlin navegar.
Odlaniger– Puxa uma cadeira e aproxima de Adlin e Otlada, pois já tem noções de navegação.
Noslig – Experiente e famoso navegador ficou umas milhas em alto mar, pois sua nau tinha dado problema técnico e estava com muitos passageiros, juntamente com seu auxiliar Oicul.
Nosilig e Oicul antes do total pânico conseguiram passar um email para a nau do comandante Adlin.
A nau de Adlin apesar da superlotação abrigou os passageiros de Noslig.
Com uma só nau (um computador) avançamos mar adentro. Os passageiros (alunos) maio assustados, mas curiosos e cheios de expectativas observando com atenção tudo que podem observar.
Adlin com todos seus auxiliares recebe e passa todas as informações para o planeta Júpiter, sede do cérebro da tecnologia.
Adlin – Estamos conectados.
Júpiter – Ok.
Passageiros – Fale ou façam alguma coisa, deste jeito vamos dormir, pois não temos o que fazer.
Otlada – Temos experiência e somos habilitadas para fazer algo por vocês, mas estamos como patetas diante desta nau (computador), pois temos que aguardar o comando do cérebro que fica em Júpiter.
Júpiter – Tham, tham... boa tarde navegadores e com muita satisfação que fazemos deste momento um sonho para todos nós. Desejamos bons resultados e sucessos, pois estamos em Júpiter, porém, bem pertinho de vocês, pois este sonho tecnológico nos permita ver, ouvir e dialogar. Ainda não é possível sentir o cheiro agradável do campo onde vocês estão quem sabe a tecnologia nos permite isto em breve? Mas espera que possamos quem sabe estar ai fisicamente com vocês um dia.
Júpiter – Boa tarde e bom descanso.
Os patetas – Sem muita opção mesmo por respeita e necessidade para sustentar seus familiares, amimam os tripulantes da nau, com esperança que o outro dia será melhor, vamos ter esperança.
Piratas – Passam perto da nau isto vai afundar ra, ra, ra...
Patetas – Calma tripulantes nem que seja com remo não deixaremos vocês em alto mar, pois quem fez esta tecnologia é um ser humano e nós somos humanos, “jecas mas jóia” e somos maiores que a tecnologia e não somos piores que Júpiter.
Adlin – Todos preparam que Júpiter vai começar a navegar.
Tripulantes – Esperam, esperam...
Adlin – Conecta, conecta, socorro, socorro, estamos sem áudio, sem imagem.
Júpiter – Silêncio total.
Tripulante – Vamos pular em alto mar não agüentamos mais. Deste jeito não da!
Os patetas – Conecta, conecta e nenhuma resposta.
Outras naus que também estão em altar mar, estão com o mesmo problema e começa a gritar, a pedir socorro.
Júpiter – Silêncio total.
As naus começam a comunicar entre si desesperadas com tal situação, já os tripulantes aflitos e os patetas, sem nada poderm fazer dependem do comando de júpiter e da tecnologia.
Fim.
A tecnologia é fundamental enquanto parceira para o crescimento social do ser humano, prejudicial quando os seres humanos tornam pequenos patetas e escravos diante de suas invenções.
Adalto Neiva Trindade
Pólo: Espinosa
A tecnologia tornou-se uma necessidade e em muitos projetos um grande sonho.
Cinco patetas foram convidados ou “obrigados” a navegar em uma aventura tecnológica, aula informatizada. Formadores de opinião, mediadores do conhecimento, sabem da necessidade do ingresso no mundo virtual.
Adlin – Diante dos teclados e da tela, começa a navegar.
Otlada – Observa com cautela Adlin navegar.
Odlaniger– Puxa uma cadeira e aproxima de Adlin e Otlada, pois já tem noções de navegação.
Noslig – Experiente e famoso navegador ficou umas milhas em alto mar, pois sua nau tinha dado problema técnico e estava com muitos passageiros, juntamente com seu auxiliar Oicul.
Nosilig e Oicul antes do total pânico conseguiram passar um email para a nau do comandante Adlin.
A nau de Adlin apesar da superlotação abrigou os passageiros de Noslig.
Com uma só nau (um computador) avançamos mar adentro. Os passageiros (alunos) maio assustados, mas curiosos e cheios de expectativas observando com atenção tudo que podem observar.
Adlin com todos seus auxiliares recebe e passa todas as informações para o planeta Júpiter, sede do cérebro da tecnologia.
Adlin – Estamos conectados.
Júpiter – Ok.
Passageiros – Fale ou façam alguma coisa, deste jeito vamos dormir, pois não temos o que fazer.
Otlada – Temos experiência e somos habilitadas para fazer algo por vocês, mas estamos como patetas diante desta nau (computador), pois temos que aguardar o comando do cérebro que fica em Júpiter.
Júpiter – Tham, tham... boa tarde navegadores e com muita satisfação que fazemos deste momento um sonho para todos nós. Desejamos bons resultados e sucessos, pois estamos em Júpiter, porém, bem pertinho de vocês, pois este sonho tecnológico nos permita ver, ouvir e dialogar. Ainda não é possível sentir o cheiro agradável do campo onde vocês estão quem sabe a tecnologia nos permite isto em breve? Mas espera que possamos quem sabe estar ai fisicamente com vocês um dia.
Júpiter – Boa tarde e bom descanso.
Os patetas – Sem muita opção mesmo por respeita e necessidade para sustentar seus familiares, amimam os tripulantes da nau, com esperança que o outro dia será melhor, vamos ter esperança.
Piratas – Passam perto da nau isto vai afundar ra, ra, ra...
Patetas – Calma tripulantes nem que seja com remo não deixaremos vocês em alto mar, pois quem fez esta tecnologia é um ser humano e nós somos humanos, “jecas mas jóia” e somos maiores que a tecnologia e não somos piores que Júpiter.
Adlin – Todos preparam que Júpiter vai começar a navegar.
Tripulantes – Esperam, esperam...
Adlin – Conecta, conecta, socorro, socorro, estamos sem áudio, sem imagem.
Júpiter – Silêncio total.
Tripulante – Vamos pular em alto mar não agüentamos mais. Deste jeito não da!
Os patetas – Conecta, conecta e nenhuma resposta.
Outras naus que também estão em altar mar, estão com o mesmo problema e começa a gritar, a pedir socorro.
Júpiter – Silêncio total.
As naus começam a comunicar entre si desesperadas com tal situação, já os tripulantes aflitos e os patetas, sem nada poderm fazer dependem do comando de júpiter e da tecnologia.
Fim.
A tecnologia é fundamental enquanto parceira para o crescimento social do ser humano, prejudicial quando os seres humanos tornam pequenos patetas e escravos diante de suas invenções.
Adalto Neiva Trindade
Pólo: Espinosa
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sexta-feira, 9 de abril de 2010

Navegar no ciberespaço: o perfil cognitivo do leitor imersivo
Lucia Santaella
Três tipos de leitores: o contemplativo, o movente e o imersivo
Desde o surgimento dos novos suportes e estruturas para o texto escrito, notadamente o CD-ROM e a estrutura hipermídia, a história do livro e da leitura tem despertado grande interesse em pesquisadores de áreas diversas do conhecimento. Esse interesse intensificou-se com a proliferação crescente das redes de telecomunicação, especialmente a Internet, ligando rizomaticamente todos os pontos do globo. Nesse contexto, junto com as promessas de universalidade e intercâmbio internacional de idéias pregadas pelos utopistas, tem surgido também muita angústia diante das incertezas quanto ao desaparecimento da cultura do livro (ver Beiguelman, 2003; Chartier, 2002: 101-124). Será que o livro no seu formato atual, feito de papel, está fadado a desaparecer como desapareceram os rolos de papiro?Afinal, o livro, como o conhecemos hoje, está longe de ser um mero objeto. Ele foi
instaurador de formas de cultura que lhe são próprias, que incluíram, desde o Renascimento, nada menos do que o desenvolvimento da ciência moderna e a constituição do saber universitário. Além disso, desde a revolução industrial, o incremento das estéticas de impressão e sua fusão com as imagens fotográficas levaram ao aparecimento e multiplicação dos meios impressos de massa: os jornais e as revistas. Que futuro está reservado também a esses meios? Sofreram o mesmo destino do livro?
O LEITOR CONTEMPLATIVO, MEDITATIVO
Esse tipo de leitura nasce da relação íntima entre o leitor e o livro, leitura do manuseio, da intimidade, em retiro voluntário, num espaço retirado e privado, que tem na biblioteca seu lugar de recolhimento, pois o espaço de leitura deve ser separado dos lugares de um divertimento mais mundano. Mesmo quando se dá em tais lugares, o leitor se concentra na sua atividade interior, separando-se do ambiente circundante. É uma atividade de leitores sentados e imóveis, em abandono, desprendidos das circunstâncias externas. Mas esse aparente abandono não deve nos levar a minimizar o fato de que a leitura também é trabalho: por trás da aparente imobilidade, há a produção silenciosa da atividade leitora.
A leitura do livro é, por fim, essencialmente contemplação e ruminação, leitura que pode voltar às páginas, repetidas vezes, que pode ser suspensa imaginativamente para a meditação de um leitor solitário e concentrado.
O LEITOR MOVENTE, FRAGMENTADO
Por tudo isso, para Carvalho (ibid.: 127), a modernidade corresponde a um novo estágio da história humana, "época em que as formas de experimentar e sentir a realidade e a vida sofreram inflexões agudas". Nessa nova realidade, as coisas fragmentam-se sob efeito do transitório, do excessivo e da instabilidade que marcam o psiquismo humano com a tensão nervosa, a velocidade, o superficialismo, a efemeridade, a hiperestesia, tudo isso convergindo para a experiência imediata e solitária do homem moderno.
É nesse ambiente que surge o nosso segundo tipo de leitor, aquele que nasce com o advento do jornal e das multidões nos centros urbanos habitados de signos. É o leitor que foi se ajustando a novos ritmos da atenção, ritmos que passam com igual velocidade de um estado fixo para um móvel. É o leitor treinado nas distrações fugazes e sensações evanescentes cuja percepção se tornou uma atividade instável, de intensidades desiguais. É, enfim, o leitor apressado de linguagens efêmeras, híbridas, misturadas. Mistura que está no cerne do jornal, primeiro grande rival do livro. A impressão mecânica aliada ao telégrafo e à fotografia gerou essa linguagem híbrida, a do jornal, testemunha do cotidiano, fadada a durar o tempo exato daquilo que noticia. Aparece assim, com o jornal, o leitor fugaz, novidadeiro, de memória curta, mas ágil. Um leitor que precisa esquecer, pelo excesso de estímulos, e na falta do tempo para retê-los. Um leitor de fragmentos, leitor de tiras de jornal e fatias de realidade.
O LEITOR IMERSIVO, VIRTUAL
Diferentemente do leitor do livro, que tem diante de si um objeto manipulável, a tela sobre a qual o texto eletrônico é lido não é mais manuseada diretamente, imediatamente pelo leitor imersivo.
É certo que o leitor da tela guarda certos traços de semelhança com o leitor da Antiguidade. Como no livro em rolo, o texto corre verticalmente, lá, ao ser desdobrado manualmente, aqui, na tela que corre sob a pressão de um botão. Também como o leitor do livro impresso, O leitor imersivo pode utilizar referências como a paginação, o índice, o recorte do texto (Chartier, ibid.: 13). Não obstante esses traços de semelhança, o leitor imersivo é obrigatoriamente mais livre na medida em que, sem a liberdade de escolha entre nexos e sem a iniciativa de busca de direções e rotas, a leitura imersiva não se realiza.
Trata-se, na verdade, de um leitor implodido cuja subjetividade se mescla na hipersubjetividade de infinitos textos num grande caleidoscópico tridimensional onde cada novo nó e nexo pode conter uma outra grande rede numa outra dimensão. Enfim, o que se tem aí é um universo novo que parece realizar o sonho ou alucinação borgiana da biblioteca de Babel, uma biblioteca virtual, mas que funciona como promessa eterna de se tornar real a cada “clique” do mouse.
Adalto Neiva Trindade
Lucia Santaella
Três tipos de leitores: o contemplativo, o movente e o imersivo
Desde o surgimento dos novos suportes e estruturas para o texto escrito, notadamente o CD-ROM e a estrutura hipermídia, a história do livro e da leitura tem despertado grande interesse em pesquisadores de áreas diversas do conhecimento. Esse interesse intensificou-se com a proliferação crescente das redes de telecomunicação, especialmente a Internet, ligando rizomaticamente todos os pontos do globo. Nesse contexto, junto com as promessas de universalidade e intercâmbio internacional de idéias pregadas pelos utopistas, tem surgido também muita angústia diante das incertezas quanto ao desaparecimento da cultura do livro (ver Beiguelman, 2003; Chartier, 2002: 101-124). Será que o livro no seu formato atual, feito de papel, está fadado a desaparecer como desapareceram os rolos de papiro?Afinal, o livro, como o conhecemos hoje, está longe de ser um mero objeto. Ele foi
instaurador de formas de cultura que lhe são próprias, que incluíram, desde o Renascimento, nada menos do que o desenvolvimento da ciência moderna e a constituição do saber universitário. Além disso, desde a revolução industrial, o incremento das estéticas de impressão e sua fusão com as imagens fotográficas levaram ao aparecimento e multiplicação dos meios impressos de massa: os jornais e as revistas. Que futuro está reservado também a esses meios? Sofreram o mesmo destino do livro?
O LEITOR CONTEMPLATIVO, MEDITATIVO
Esse tipo de leitura nasce da relação íntima entre o leitor e o livro, leitura do manuseio, da intimidade, em retiro voluntário, num espaço retirado e privado, que tem na biblioteca seu lugar de recolhimento, pois o espaço de leitura deve ser separado dos lugares de um divertimento mais mundano. Mesmo quando se dá em tais lugares, o leitor se concentra na sua atividade interior, separando-se do ambiente circundante. É uma atividade de leitores sentados e imóveis, em abandono, desprendidos das circunstâncias externas. Mas esse aparente abandono não deve nos levar a minimizar o fato de que a leitura também é trabalho: por trás da aparente imobilidade, há a produção silenciosa da atividade leitora.
A leitura do livro é, por fim, essencialmente contemplação e ruminação, leitura que pode voltar às páginas, repetidas vezes, que pode ser suspensa imaginativamente para a meditação de um leitor solitário e concentrado.
O LEITOR MOVENTE, FRAGMENTADO
Por tudo isso, para Carvalho (ibid.: 127), a modernidade corresponde a um novo estágio da história humana, "época em que as formas de experimentar e sentir a realidade e a vida sofreram inflexões agudas". Nessa nova realidade, as coisas fragmentam-se sob efeito do transitório, do excessivo e da instabilidade que marcam o psiquismo humano com a tensão nervosa, a velocidade, o superficialismo, a efemeridade, a hiperestesia, tudo isso convergindo para a experiência imediata e solitária do homem moderno.
É nesse ambiente que surge o nosso segundo tipo de leitor, aquele que nasce com o advento do jornal e das multidões nos centros urbanos habitados de signos. É o leitor que foi se ajustando a novos ritmos da atenção, ritmos que passam com igual velocidade de um estado fixo para um móvel. É o leitor treinado nas distrações fugazes e sensações evanescentes cuja percepção se tornou uma atividade instável, de intensidades desiguais. É, enfim, o leitor apressado de linguagens efêmeras, híbridas, misturadas. Mistura que está no cerne do jornal, primeiro grande rival do livro. A impressão mecânica aliada ao telégrafo e à fotografia gerou essa linguagem híbrida, a do jornal, testemunha do cotidiano, fadada a durar o tempo exato daquilo que noticia. Aparece assim, com o jornal, o leitor fugaz, novidadeiro, de memória curta, mas ágil. Um leitor que precisa esquecer, pelo excesso de estímulos, e na falta do tempo para retê-los. Um leitor de fragmentos, leitor de tiras de jornal e fatias de realidade.
O LEITOR IMERSIVO, VIRTUAL
Diferentemente do leitor do livro, que tem diante de si um objeto manipulável, a tela sobre a qual o texto eletrônico é lido não é mais manuseada diretamente, imediatamente pelo leitor imersivo.
É certo que o leitor da tela guarda certos traços de semelhança com o leitor da Antiguidade. Como no livro em rolo, o texto corre verticalmente, lá, ao ser desdobrado manualmente, aqui, na tela que corre sob a pressão de um botão. Também como o leitor do livro impresso, O leitor imersivo pode utilizar referências como a paginação, o índice, o recorte do texto (Chartier, ibid.: 13). Não obstante esses traços de semelhança, o leitor imersivo é obrigatoriamente mais livre na medida em que, sem a liberdade de escolha entre nexos e sem a iniciativa de busca de direções e rotas, a leitura imersiva não se realiza.
Trata-se, na verdade, de um leitor implodido cuja subjetividade se mescla na hipersubjetividade de infinitos textos num grande caleidoscópico tridimensional onde cada novo nó e nexo pode conter uma outra grande rede numa outra dimensão. Enfim, o que se tem aí é um universo novo que parece realizar o sonho ou alucinação borgiana da biblioteca de Babel, uma biblioteca virtual, mas que funciona como promessa eterna de se tornar real a cada “clique” do mouse.
Adalto Neiva Trindade
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quarta-feira, 7 de abril de 2010

Midias digitais
Comunidade virtual
Uma comunidade virtual é uma rede social de indivíduos que interagem através de meios específicos, podendo atravessar fronteiras geográficas e políticas a fim de prosseguir os interesses mútuos ou metas. Um dos tipos mais difundidos de comunidade virtual incluem serviços de redes sociais, que consistem em várias comunidades on-line.
Wikipédia
Wikipédia é uma enciclopédia multilíngüe online livre, colaborativa, ou seja, escrita internacionalmente por várias pessoas comuns de diversas regiões do mundo, todas elas voluntárias. Por ser livre, entende-se que qualquer artigo dessa obra pode ser transcrito, modificado e ampliado, desde que preservados os direitos de cópia e modificações, visto que o conteúdo da Wikipédia está sob a licença GNU/FDL (ou GFDL).
Flog
Um flog (também fotolog, fotoblog ou fotoblogue) é um registro publicado na internet com fotos colocadas em ordem cronológica, ou apenas inseridas pelo autor sem ordem, de forma parecida com um blog. Ainda pode-se colocar legendas retratando momentos bons de lazer. É parecido com um blog mas a diferença é predomina fotos ao invés de texto. A palavra é uma abreviação de fotolog, que por sua vez surge da justaposição de "foto" e "blog”.
Blog
Um blog (contração do termo "Web log") é um site cuja estrutura permite a atualização rápida a partir de acréscimos dos chamados artigos, ou "posts". Estes são, em geral, organizados de forma cronológica inversa, tendo como foco a temática proposta do blog, podendo ser escritos por um número variável de pessoas, de acordo com a política do blog.
Youtube
YouTube é um site que permite que seus usuários carreguem e compartilhem vídeos em formato digital. Foi fundado em fevereiro de 2005 por três pioneiros do PayPal um famoso site da Internet ligado a gerenciamento de transferência de fundos. O YouTube utiliza o formato Adobe Flash para disponibilizar o conteúdo. É o mais popular site do tipo (com mais de 50% do mercado em 2006) devido à possibilidade de hospedar quaisquer vídeos (exceto materiais protegidos por copyright, apesar deste material ser encontrado em abundância no sistema). Hospeda uma grande variedade de filmes, videoclipes e materiais caseiros. O material encontrado no YouTube pode ser disponibilizado em blogs e sites pessoais através de mecanismos (APIs) desenvolvidos pelo site.
Fonte: pt.wikipedia.org
Adalto Neiva Trindade
Pólo Espinosa
Uma comunidade virtual é uma rede social de indivíduos que interagem através de meios específicos, podendo atravessar fronteiras geográficas e políticas a fim de prosseguir os interesses mútuos ou metas. Um dos tipos mais difundidos de comunidade virtual incluem serviços de redes sociais, que consistem em várias comunidades on-line.
Wikipédia
Wikipédia é uma enciclopédia multilíngüe online livre, colaborativa, ou seja, escrita internacionalmente por várias pessoas comuns de diversas regiões do mundo, todas elas voluntárias. Por ser livre, entende-se que qualquer artigo dessa obra pode ser transcrito, modificado e ampliado, desde que preservados os direitos de cópia e modificações, visto que o conteúdo da Wikipédia está sob a licença GNU/FDL (ou GFDL).
Flog
Um flog (também fotolog, fotoblog ou fotoblogue) é um registro publicado na internet com fotos colocadas em ordem cronológica, ou apenas inseridas pelo autor sem ordem, de forma parecida com um blog. Ainda pode-se colocar legendas retratando momentos bons de lazer. É parecido com um blog mas a diferença é predomina fotos ao invés de texto. A palavra é uma abreviação de fotolog, que por sua vez surge da justaposição de "foto" e "blog”.
Blog
Um blog (contração do termo "Web log") é um site cuja estrutura permite a atualização rápida a partir de acréscimos dos chamados artigos, ou "posts". Estes são, em geral, organizados de forma cronológica inversa, tendo como foco a temática proposta do blog, podendo ser escritos por um número variável de pessoas, de acordo com a política do blog.
Youtube
YouTube é um site que permite que seus usuários carreguem e compartilhem vídeos em formato digital. Foi fundado em fevereiro de 2005 por três pioneiros do PayPal um famoso site da Internet ligado a gerenciamento de transferência de fundos. O YouTube utiliza o formato Adobe Flash para disponibilizar o conteúdo. É o mais popular site do tipo (com mais de 50% do mercado em 2006) devido à possibilidade de hospedar quaisquer vídeos (exceto materiais protegidos por copyright, apesar deste material ser encontrado em abundância no sistema). Hospeda uma grande variedade de filmes, videoclipes e materiais caseiros. O material encontrado no YouTube pode ser disponibilizado em blogs e sites pessoais através de mecanismos (APIs) desenvolvidos pelo site.
Fonte: pt.wikipedia.org
Adalto Neiva Trindade
Pólo Espinosa
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quinta-feira, 25 de março de 2010

Computadores fazem arte
Site: www.slide.com
Computadores fazem arte
Compositor: Chico Science
Computadores fazem arte
Artistas fazem dinheiro
êô
Dinheiro
(4x)
Computadores avançam
Artistas pegam carona
Cientistas criam robô
Artistas levam a fama
(2x)
Computadores fazem arte êê êê
Artistas fazem dinheiro ôô ôô
Dinheiro
(2x)
Chico Science líder da banda Nação Zumbi e principal representante do movimento mangue beat, mostra através da música “computadores fazem arte” que com o advento das tecnologias contemporâneas, novos paradigmas têm se desenvolvido no mundo das artes.
Computadores fazem arte, arte digital. Computadores divulgam arte, através de espaços colaborativos em rede. Assim sendo, o artista contemporâneo tem nos computadores um instrumento do seu tempo assim com foi a pedra instrumento para o fazer artístico do homem das cavernas.
Adalto Neiva Trindade
Pólo: Espinosa
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sábado, 20 de março de 2010

Site: www.slide.com
Eu sou Ciber.
Composição: Adulto Neiva Trindade
Entro em cena no teatro virtual
Sou homem máquina
Estou na TV
Estou na Internet
Estou no videogame
O meu espaço é ciber.
A minha cultura é ciber.
A minha arte é ciber.
Eu sou ciber.
Naveguem comigo, quero interagir
Teclem e eu aparecerei
Deletem e eu desaparecerei no espaço ciber.
O meu espaço é ciber.
A minha cultura é ciber.
A minha arte é ciber.
Eu sou ciber.
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sexta-feira, 19 de março de 2010

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